OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO | 2026


OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO

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Agenda Outubro, Novembro e Dezembro | 2026

Do jazz à (re)invenção dos GNR vai um trimestre de diversidade

A banda sonora da rentrée no Teatro de Vila Real é o jazz, com a 21.ª edição do Festival Internacional Douro Jazz, entre 1 e 10 de Outubro. O projecto Carlos Bica & Azul, nos 30 anos da sua primeira gravação discográfica, a estreia em Vila Real do pianista Máximo, em trio, e do grupo Bandonegro, um dos projectos mais originais e influentes do tango na cena internacional, somam-se às actuações de Nikki Illes, uma das mais destacadas pianistas e compositoras do jazz britânico, em residência artística com a Orquestra de Jazz do Douro, e de Mário Delgado com a Orquestra de Jazz de Espinho numa “recomposição” da música da banda britânica Radiohead. Pelo seu lado, o público escolar vai ter oportunidade de aprender "O que é isso do Jazz?", com o quinteto da pianista Isabel Rato. 

No trimestre há sete propostas de teatro, para todos os públicos. Destaque para o clássico contemporâneo “Arte”, de Yasmina Reza, com uma nova encenação de António Pires e as interpretações de Cristóvão Campos, Nuno Lopes e Rui Melo. Novas criações da Peripécia e da Filandorra, uma peça do Trigo Limpo Teatro ACERT sobre a “Memória do Barro”, uma proposta singular da Causas Comuns (“O meu problema com o Rei Lear”), e duas criações de teatro visual para a infância completam o programa nesta área.

Há outras abordagens artísticas a ter em conta, nesta viagem pela diversidade que o TVR sempre proporciona, como a segunda edição do Poetry Slam Vila Real, o novo circo de João Paulo Santos, mestre do mastro chinês, a dança inclusiva de “Bichos”, um espectáculo da companhia Dançando com a Diferença a partir da obra de Miguel Torga, ou a criação multidisciplinar “Une Triste Figure”, uma performance com canto e desenho ao vivo baseada no Dom Quixote, numa co-produção entre a Fundação da Casa de Mateus e o Teatro de Vila Real.

Outras músicas têm lugar no trimestre, como a actuação de António Zambujo, os concertos partilhados do Sons a Norte, a música erudita contemporânea do grupo Síntese e os vários concertos da X edição do festival Ponto de Guitarra, que fecha o ano com um concerto que junta em palco uma formação da Banda Sinfónica Transmontana e os guitarristas Aires Pinheiro e Heder Dias.

Um forte cartaz de cinema, com duas estreias de filmes de cineastas locais, várias propostas de formação no Serviço Educativo e quatro exposições de vários géneros fecham o espectro artístico de um programa vasto que tem cerca de 50 actividades em três meses.

Algumas palavras finais para duas criações da iniciativa do Teatro de Vila Real. “Migrantes 3.0” é uma continuação do projecto do TVR dedicado a juntar em palco, a partir de um trabalho de algumas semanas, elementos das comunidades imigrantes e vila-realense, numa celebração da diversidade e da cultura enquanto factor de união entre seres humanos. Neste terceiro momento o canto e o movimento são as disciplinas e trabalhar, sob direcção do Coro Lira.

Por fim, em “A (re)invenção dos GNR” desafiamos o compositor Luís Figueiredo, o Oniros Ensemble e a cantora Patrícia Relvas (dos Lavoisier) a reinventar e reinterpretar alguns temas dos primeiros álbuns dos GNR, numa evocação do período mais experimental e ousado de uma das maiores bandas portuguesas, nos 45 anos da sua formação. 

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Mais informações e reservas:
bilheteira@teatrodevilareal.com | 259 320 000

Bilhetes online:
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